Ao soneto XXIII de Mario Quintana
Ao soneto XXIII de Mario Quintana
''Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó! ''
Estaria Quintana a narrar sem jaça…
A trajetória de Regente Feijó?
E, quando, ela for uma metrópole…
Ou, quem sabe, um outro mundo.
Ao peregrino, que, sem norte:
A vivenciou, a cada segundo:
Caberá ainda num só olhar,
Num triste aspecto indissolúvel.
E à torre, por sobre as casas…
Espiando sempre toda a vida…
''Nuvens que venham, nuvens e asas''
A modernidade fez sumir de vista.
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sozinha
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