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Ao soneto V e XXI de Mario Quintana
Em ‘’A rua dos cataventos’’
Meu querido Mario Quintana
É com tão radiante alegria…
Que lhe agradeço, em poesia,
Pelo ilustre convite quotidiano..
Temos assuntos pendentes
Na tua casa, em Trebizonda!
Onde a luz da última lâmpada
Resplandece fluorescente.
‘’Gadêa… Pelichek… Sebastião…’’
Meu próprio poeta… ‘’Lobo Alvim…’’
No passar da última estação…
‘’Ah, meus velhos camaradas! ’’
No findar da derradeira ilusão
Peço- lhes, que me aguardem…
Enquanto eu não chego: é tarde!
E a lamparina vazia levo em vão.
E vão sempre quintanarolando
Os nossos queridos quintanares…
Com todas as vozes e lugares…
Em todos os momentos e idades…
Nasceu em Alegrete o poeta,
Que, com os seus belos versos…
Revolucionou- emendou- se
Na capital de Porto- O Alegre.
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