Mensagens e Frases com a tag: #modernismo
Pesquisar MensagensEpitalâmio
Epitalâmio
O alto fulgor desta paixão insana
Há-de cegar nossos corações
E deserdados da esperança humana
Palmilharemos por escuridões…
Não mais te orgulharás da soberana…
ARTE DE AMAR
ARTE DE AMAR
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus…
Arte de amar
Arte de amar
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus…
Digestão
Digestão
A couve mineira tem gosto de bife inglês
Depois do café e da pinga
O gozo de acender a palha
Enrolando o fumo
De Barbacena ou de Goiás
Cigarro cavado
…
Fim e começo
Fim e começo
A noite caiu com licença da Câmara
Se a noite não caíse
Que seriam dos lampiões?
3 de maio
3 de maio
Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi
#microconto de Manuel Bandeira
#microconto de Manuel Bandeira
Foi-se embora pra Pasárgada e descobriu que, aquele, era um caminho sem volta.
Devo confessar preliminarmente
Devo confessar preliminarmente, que eu não sei o que é belo e nem sei o que é arte.
#modernismo#poemas#arte#mariodeandrade#mario#andrade
É tocante e vive
… É tocante e vive, e me fez agora refletir que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu.
#pensamentos#modernismo#versos#bandeira#refletir#poemas#manuelbandeira#vida#inteligentes#manoelO Amor – Poesia futurista
O Amor – Poesia futurista
A Dona Branca Clara
Tome-se duas dúzias de beijocas
Acrescente-se uma dose de manteiga do Desejo
Adicione-se três gramas de polvilho de Ciúme
De…
Ditirambo
Ditirambo
Meu amor me ensinou a ser simples
Como um largo de igreja
Onde não há nem um sino
Nem um lápis
Nem uma sensualidade…
Semana de Arte Moderna de 1922
Semana de Arte Moderna de 1922: Mário de Andrade era um idiota presunçoso, Oswald um picareta esperto. Do movimento, só sobrou quem não estava lá: Manuel Bandeira, Drummond, Jorge de Lima.
#poemas#olavodecarvalho#modernismoOs Sapos
Os Sapos
Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.
Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:
- "Meu pai foi à guerra! "
(…Continue Lendo…)
A Cópula
A Cópula
Depois de lhe beijar meticulosamente
o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
culhões e membro, um membro enorme e t…