SONETO LXV Se a morte predomina na bravura Do bronze
SONETO LXV
Se a morte predomina na bravura
Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
Pode sobreviver a formosura,
Tendo da flor a força a devastar?
Como pode o aroma do verão
Deter o forte assédio destes dias,
Se portas de aço e duras rochas não
Podem vencer do Tempo a tirania?
Onde ocultar - meditação atroz -
O ouro que o Tempo quer em sua arca?
Que mão pode deter seu pé veloz,
Ou que beleza o Tempo não demarca?
Nenhuma! A menos que este meu amor
Em negra tinta guarde o seu fulgor.
Mensagens Relacionadas
A beleza é
A beleza é, no meu entender, uma onipresença da morte e do encanto, uma risonha melancolia que discernimos em todas as coisas da Natureza e da existência, essa comunhão mística que sente o poeta… algo…
#perdeu#condolencias#melancolia#setimo#avo#poemas#goticos#postuma#postumas#entenderIsto foi o mais perto que cheguei da
Isto foi o mais perto que cheguei da morte e espero que seja o mais perto que eu chegue nas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso dizer agora com mais certeza do que quando a morte era apena…
#poemas#morte#avo#falecimento#setimo#morreu#condolencias#postuma#stevejobs#perdeu
Quando a saudade não cabe mais no peito
Quando a saudade não cabe mais no peito, se materializa e transborda pelos olhos.
#gabitonunes#alguem#morte#falecimento#pai#saudades#estuda#olhos#saudade#depoimentos
Saudade é amar um passado que ainda não passou
…Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida…
Soneto da saudade
Soneto da saudade
Quando sentires a saudade retroar
Fecha os teus olhos e verás o meu sorriso.
E ternamente te direi a sussurrar:
O nosso amor a cada instante está mais vivo! <…